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Em 1º ato, procurador-geral desliga promotores de MG de apuração sobre tragédia de Mariana

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Três promotores que atuavam na força-tarefa do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para investigação do rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, foram retirados de seus postos. A transferência foi dos primeiros atos do novo chefe do Ministério Público mineiro, Sérgio Tonet, empossado na última segunda-feira (5).

O promotor Carlos Eduardo Ferreira Pinto deixa a coordenação do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, do Patrimônio Cultural e Turístico, de Habitação e Urbanismo (Caoma). De acordo com o MPMG, ele voltará à comarca de Ribeirão das Neves e será substituído pelo procurador Rômulo Ferraz, que também ocupa o cargo de procurador-geral de Justiça Adjunto Institucional.

Ainda segundo o MPMG, o promotor Mauro Ellovich, dispensado da função de coordenador Regional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente das Bacias dos Rios das Velhas e Paraopeba, retornará a Igarapé. Para o lugar dele, Tonet nomeou a promotora Andressa de Oliveira Lanchotti.

Já o promotor Marcos Paulo de Souza Miranda deixou a coordenação da Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico e voltará para Santa Luzia. Segundo o MPMG, a promotora Giselle Ribeiro de Oliveira é quem passa a ocupar o cargo.

Também foram afastados da força-tarefa na terça-feira os promotores Marcelo Mafra, Daniel Ornelas e Felipe Faria de Oliveira.

A Amda lamentou a saída dos promotores e lembrou do esforço pessoal de cada um para aprimorar a instituição na defesa do meio ambiente e patrimônio cultural durante os anos de dedicação. A entidade enviou agradecimento pelo anos de trabalho frente às Coordenadorias.

Além disso, ressaltou as inúmeras conquistas do Caoma e a importância que teve a atuação do MPE para proteção da biodiversidade no Estado, lembrando que o legado permanece.