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Capivaras ficarão temporariamente em área cercada de parque ecológico na Pampulha

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Capivaras ficarão temporariamente em área cercada de parque ecológico na Pampulha
Crédito: Marcos Vieira/ EM

Temporariamente, as cerca de 250 capivaras que habitam a lagoa da Pampulha ficarão em um espaço cercado no parque ecológico situado na mesma região do espelho d’água de Belo Horizonte. Os animais ficarão isolados até que sejam conhecidos os resultados de exames veterinários. Apenas depois da conclusão do checape, cujo principal objetivo é definir se os roedores são reservatórios da bactéria causadora da febre maculosa, as capivaras sadias serão encaminhadas a uma área definida pela administração municipal.

Será criada também uma barreira química capaz de bloquear a disseminação do carrapato-estrela, transmissor da doença, que pica as capivaras antes de chegar ao ser humano. O bloqueio será feito com carrapaticidas. O objetivo dessas medidas é tentar simplificar o manejo das capivaras por uma das seis empresas interessadas no procedimento, já que a prefeitura estipulou gasto máximo de R$ 250 mil com o plano.

“A empresa escolhida irá retirar carrapatos, que serão encaminhados à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para análise no Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, os roedores serão examinados pela Fundação Zoo-botânica”, informou o vice-prefeito Délio Malheiros. Se for constatada a contaminação, os indivíduos doentes serão sacrificados e incinerados, conforme manda o protocolo sanitário, de acordo com Malheiros.

A expectativa, de acordo com reportagem do jornal Estado de Minas, é de que a empresa que apresente menor preço comece a trabalhar no dia 17. Segundo a Fundação Zoo-botânica, como inicialmente não vai ocorrer o transporte dos animais, ainda não foi escolhido o local para o qual as capivaras sadias serão destinadas.

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